Não deixe de assistir ao vídeo abaixo. Nele, o Fantástico dá um amplo histórico dos concursos públicos no Brasil. A matéria também é uma importante fonte de conhecimento para a organização da rotina de estudos.
Uma das fontes da reportagem é William Douglas. Autor de vários livros com dicas para passar em concursos públicos, o juíz federal dá vários conselhos no vídeo. Achei este genial:
- A dor dos estudos é temporária, mas o cargo é para sempre.
Dizem que o ano só começa depois do Carnaval. Sendo assim, não resta nenhuma desculpa para não começar os estudos. 2009 está sendo chamado por muitos “como ano dos concursos públicos”. Se existe um momento para se tornar um concurseiro, ele chegou.
Para os concurseiros que estão começando a organizar a sua rotina de estudos depois da folia, a psicóloga Renata Dotta – responsável pela oficina F.O.C.O de Preparação para Concurso FMP – dá importante dicas aqui. Há desde como organizar o seu estudo até técnicas para melhorar a concentração.
O título do post é um dos dados da reportagem publicada pela revista Consultor Jurídico. Assinada pela jornalista Marian Ito, a matéria analisa pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, apresentada pelo Conselheiro Joaquim Falcão, do CNJ.
De acordo com a pesquisa, em matéria de credibilidade e confiança, o Ministério Público perde apenas para as Forças Armadas, Escola, Polícia Federal e Igreja Católica. Contudo, tem mais credibilidade que a imprensa, Sindicato de trabalhadores, Governo Federal e Poder Judiciário.
A busca por esta resposta é tema de estudos ao redor do mundo. A mesma também foi mote da reportagem Seja um realizador - da revista IstoÉ. Segundo a matéria, a motivação – vontade, determinação e esforço para atingir uma meta – está diretamente relacionada à definição de objetivos na vida. E, na sequência, estabelecer aonde se quer chegar.
A motivação também pode fazer toda a diferença na guerra dos concursos públicos. Para saber se você está no caminho certo, leia a reportagem completa clicando aqui. Nela, especialistas ensinam como superar a apatia e ser uma pessoa motivada para alcançar os objetivos almejados.
A questão abaixo caiu no VI Concurso para Provimento do Cargo de Promotor de Justiça Substituto do Estado de Roraima, em 2006.
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, o Ministério Público tem legitimidade para fazer o controle, em concreto ou em abstrato, das cláusulas abusivas:
(A) se provocado por entidade que represente o interesse de consumidores e desde que o contrato em que elas estejam inseridas seja um contrato de adesão.
(B) se provocado por entidade que represente o interesse de consumidores e apenas na via administrativa, mediante inquérito civil.
(C) somente se provocado por entidade que represente o interesse de consumidores e desde que as cláusulas atinjam interesses difusos ou coletivos.
(D) somente se provocado por consumidor individualmente e desde que as cláusulas digam respeito ao seu contrato particular.
(E) se provocado por entidade que represente o interesse de consumidores ou por consumidor individualmente, desde que as cláusulas atinjam interesses difusos, coletivos em sentido escrito ou individuais homogêneos.
Para quem ainda não sabe: foi aprovada a banca examinadora do XLV Concurso para Ingresso à Carreira do MP.
A mesma – escolhida no dia 04 de fevereiro – ficou composta por oito nomes. São eles: Lênio Luiz Streck: Direito Constitucional, Financeiro e Tributário; Roberto Divino Rolim Neumann: Direito Administrativo, Municipal e Eleitoral; Paulo Antônio Todeschini: Direito Penal; Sérgio Guimarães Britto: Direito Processual Penal; Marta Leiria Leal Pacheco: Direito Ambiental, da Criança e do Adolescente, das Pessoas Portadoras de Deficiência e de Direito Urbanístico; Maria Ignez Franco Santos: Direito Institucional do MP, Consumidor e Idoso; Raimar Rodrigues Machado: (representando a Ordem dos Advogados do Brasil) Direito Civil e Registral; Danilo Knijnik: (Professor Universitário de Direito UFRGS) Direito Civil e de Empresa.
A prova é composta por 10 questões de múltipla escolha. Cada questão contém somente um item correto. Você terá 120 segundos para respondê-las. Caso não escolha uma resposta neste tempo, a questão será considerada incorreta. Após o fim da prova, sua pontuação e as respostas serão informadas.
A questão caiu no Concurso para Promotor de Justiça Substituto do Estado do Piauí, em 2007.
Considerando as seguintes proposições:
I – A teoria da conditio sine qua non, adotada pelo Código Penal brasileiro, é suficiente para explicar todas as situações de atribuição de resultado delituoso a determinado agente.
II – Para a teoria normativa pura, a culpabilidade constitui juízo de censura.
III – A tentativa perfeita e a desistência voluntária são categorias que podem ser
consideradas como sinônimas.
IV – As descriminantes putativas podem ocorrer tanto em relação a pressupostos fáticos como em relação à existência ou aos limites de uma justificante.
Estão corretas apenas as alternativas:
(A) I, III e IV.
(B) I e III.
(C) I, IV e V.
(D) II e IV.
(E) II, III e V.
Você está atualmente noBlog do Concurseiro arquivo do blog para Fevereiro, 2009.
Olá! Meu nome é Tobias. Tenho 26 anos. O meu objetivo atual é ingressar no Ministério Público. Com o auxílio da FMP - conhecida por sua experiência em organizar concursos em todo o Brasil e sua tradição na preparação para o MP - creio que logo poderei me livrar do meu apelido: o concurseiro. Neste blog, dividirei com vocês as agruras e realizações na busca desta conquista. O espaço também servirá como uma ferramenta para dar dicas de estudo e relaxamento, bem como noticiar as novidades da Fundação do Ministério Público.